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A comissão de negociações do Sinter-MG se reuniu pela quinta vez com a Emater, para dar encaminhamento à pauta de reivindicações dos trabalhadores, com vistas a concretizar o ACT 2019/2021.

A intransigência por parte do governo do Estado tem sido a tônica em todas as reuniões, com sistemática negativa em se analisar qualquer demanda financeira dos trabalhadores. Não existe diálogo. Ao contrário, existe intenção clara de retirada de direitos, até mesmo de conquistas sociais já garantidas em anos anteriores, ao que o Sinter tem resistido a cada tentativa.

Estamos vivenciando um governo estadual que não respeita o seu trabalhador. Tanto o governador do Estado, como sua equipe têm ido constantemente a público tentar colocar a crise econômica nas costas do funcionalismo. Com discursos demagógicos de dizer que “cortam na carne” ou que tentam fazer um governo responsável, quando a intenção verdadeira é colocar a população contra o serviço público.

A intenção, já declarada pelo governo, é de privatizar todas as empresas estatais até o final do mandato. Propagam falácias de que o serviço público é um peso e entrave ao desenvolvimento do Estado.

Há um incentivo irresponsável à realização de PDVs, sem novas contratações, na maioria dos órgãos públicos. Sindicatos de outras categorias já denunciam existência de estudos de demissões compulsórias de funcionários aposentados. A regra tem sido enxugar a máquina pública, mas sem planejamento. E quem paga a conta?

A falta de diálogo na condução do ACT é só mais uma peça desse quebra-cabeças. Precarizar para privatizar. Privatizar para beneficiar empresários. Não existe ganho para população ou trabalhadores neste jogo.

É momento de enfrentamento. A nossa união e engajamento são imprescindíveis. Precisamos dos trabalhadores de todo o estado mobilizados e atentos. O Sinter está dialogando com outras categorias e vamos resistir. Existe hoje um coletivo de sindicalistas em favor das Estatais, composto por várias categorias, e o Sinter faz parte dele. Portanto, fiquem atentos aos nossos chamados.

Só com a união dos trabalhadores conseguiremos defender nossos direitos e nosso trabalho. Nós somos trabalhadores da extensão, sabemos resistir e já enfrentamos batalhas deste tipo. UNIR e RESISTIR! Este é o lema.

 

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